Projeto Minas Raízes

09/11/2009

Convite Minas Raizes - impressao

Um encontro do Design, da Arte e do Artesanato em exposição até dia 18 de novembro em Nova Lima, Escola Casa Aristides – Atelier de Artes e Ofícios, Nova Lima.


Minha Vida de Brinquedo

08/11/2009

eutoytoys

Um projeto criativo, que instiga o auto-conhecimento, a sensibilidade, faz pensar e dá vontade de fazer. Este é o trabalho proposto pelo designer e professor Flávio Nascimento a seus alunos e o resultado  espetacular está nesta exposição, até dia 11 de novembro,  na Galeria Quina, Edificio Maletta em Belo Horizonte. Você pode apreciar também no site EUTOY e no Flickr

Un proyecto creativo, que fomenta el auto-conocimiento, la sensibilidad, te hace pensar y te hace querer hacer. Este es el trabajo propuesto por el diseñador y profesor Flávio Nascimento a sus alumnos y el resultado espectacular puede verse en esta exposición, hasta el 11 de noviembre, en la Galería Quina, en Belo Horizonte, Brasil. También puede disfrutar del sitio EUTOYFlickr

A creative project, which encourages self-knowledge, sensibility, makes you think and makes you want to do. This is the work proposed by the designer and professor Flávio Nascimento to his students and the amazing result you can see in this exhibition, until November 11th, in Gallery Quina, Maletta Building in Belo Horizonte, Brasil. You can also enjoy the site EUTOY and   Flickr


UEMG no Ponteio

08/11/2009

UEMG no Ponteio


Quinze Pinturas em Detalhes

15/10/2009

curso national gallery


Jóias Africanas

01/10/2009

Quando os europeus tiveram contato pela primeira vez com a arte africana a consideraram “primitiva”, pois a escultura africana muitas vezes representava a forma humana, com distorções, tais como corpos alongados ou proporções exageradas. O que os europeus não entendiam era que isso não era devido ao artista africano ser inepto ou ingênuo. Na verdade, era completamente o oposto: os artistas africanos distorciam deliberadamente a sua arte para refletir o que eles percebiam como belo e para criar uma nova ordem que expressasse como eles sentiam que deveria ser o mundo deles. Atualmente, a arte africana teria sido considerada figurativa-abstrata, mas os europeus não tinham ainda nenhum conceito sobre esta forma de arte e, consequentemente, denominaram a arte africana como primitiva.

Nas línguas africanas não há uma única palavra para “arte”. Existem inúmeras palavras usadas para transmitir que algo é belo ou para se referir a um objeto que tenha sido produzido. O povo Bamana, um povo que vive no oeste da África, principalmente no Mali, mas também na Guiné, Burkina Faso e Senegal, possui duas frases para a  palavra escultura, ambas traduzidas significam: “coisas para se olhar”. Para os africanos a idéia do que é um “artista” é completamente diferente do que um ocidental pensa sobre a mesma questão. Para eles, o artista não inicia um trabalho com a idéia de fazer algo agradável para se olhar, a idéia é criar uma peça que seja bem sucedida para realizar uma função religiosa, mágica ou econômica.

Além das esculturas em madeira e das máscaras outras peças muito significativas para a arte africana são as jóias. No Mali encontramos os colares de contas de vidro feitas à mão e, portanto, únicas, com que presenteiam as noivas no dia de seu casamento.  As contas são multicoloridas e vêm em diferentes tamanhos e formas. Algumas são em forma de bulbo, outras são alongadas e achatadas, ou ainda em forma triangular. O que as torna tão interessantes, além da beleza, é que elas são originárias da europa do final do século XIX, início do século XX, e eram comercializadas na África. Todas as mulheres na África Ocidental usavam esses colares de contas de vidro, mas em Mali iniciou-se a tradição do uso desses colares  especialmente no casamento.

As jóias também desempenham um papel relevante na vida do povo Dogon. Artisticamente, o povo Dogon têm recebido notoriedade por obras, tais como, as escadas tribais, as portas e janelas entalhadas e as máscaras. Mas produzem também colares como o da imagem abaixo.  As contas e adornos de metal prateado são feitas de uma substância chamada “pó da ilha.” Este precioso metal semelhante à  prata, é retirado no subsolo, refinado, apurado,  moldado e, em seguida, cuidadosamente polido manualmente.  Este é um colar que pode ser usado por homens e mulheres.

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Colar Dogon, Mali

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Colar de casamento de contas de vidro, Mali

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Colar de casamento de contas de vidro, Senegal


No coração da África

14/08/2009

Artistas da República Democrática do Congo, na África Central, pintam cenas da vida cotidiana em composições cheias de cores. As imagens se misturam a mensagens escritas que são usadas para criticar o poder, ironizar a realidade social e chamar atenção sobre os problemas dos povos do continente africano. Assim é a arte dos pintores Cheri Samba, Cheri Cherin e Jean Nsimba Mika.

Prostitutas nas ruas de Kinshasa, desenhos e textos, como nas revistas em quadrinhos, que fazem referências aos conflitos armados e à aids ou, ainda, animais selvagens que adotam a personalidade de seres humanos são temas presentes em suas pinturas. Cheri Samba começou a incorporar textos às suas imagens no final dos anos 70 do século XX. A princípio foi uma maneira de fazer com que o público parasse para ler a mensagem e prestasse um segundo a mais de atenção aos quadros. Agora se transformou em um código de identidade dos pintores congoleses que o usam para registrar um toque de crítica ou ironia.

Outro nome relevante na arte africana contemporânea é Rhode Makoumbou, escultora e pintora. A obra da artista a transformou em uma arquivista da memória do papel da mulher na sociedade africana. Cria e representa figuras femininas em suas pinturas e esculturas; nas esculturas usa varetas de metal, serragem e tecidos.

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Chéri Samba, 2007

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Cheri Cherin, 2006

Jean Nsimba Mika, 2009

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Rhode Makoumbou, 2003

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Rhode Makoumbou, 2008


O Design e o Livro ao seu lado

05/08/2009

A designer Josefin Hellström-Olsson projetou uma mesa de cabeceira que não apenas tem a forma de uma pilha de livros como também permite guardar livros dentro de livros! Os pequenos “cubículos” empilhados e em forma de livros, com aberturas que se alternam de lado a lado, oferecem um espaço a mais para aqueles que gostam de ler ou ter ao seu fácil alcance vários livros ao mesmo tempo.


A França no Brasil e o Brasil na Holanda

01/08/2009

brasil contemporaneo holanda 2009

“Descubra e experimente a dinâmica cultura do Brasil com um coquetel de artes visuais, arquitetura, design, filmes, vídeos, fotografias e jogos para computadores. Uma cultura onde arte e artesanato andam de mãos dadas e artistas contam histórias sobre a sociedade. A cultura brasileira contemporânea é uma das mais vibrantes e excitantes no mundo.” Com essas palavras, três museus holandeses  – Museum Boijmans Van Beuningen, the Netherlands Architecture Institute and Nederlands Fotomuseum – inauguraram uma exposição sobre a cultura brasileira que está acontecendo na cidade de Rotterdam desde o dia 30 de maio e fica aberta até 23 de agosto de 2009. “Brazil Contemporary – Contemporary art, architecture, visual culture and design” apresenta um amplo panorama da cultura brasileira e mostra ao público holandês artistas, arquitetos e designers brasileiros. Em uma entrevista os representantes dos museus destacaram um dos aspectos relevantes para eles: “Percebemos que os brasileiros estão muito interessados em sua própria identidade, o que vem do fato de o Brasil ser formado por tantos povos diferentes. O artista plástico Hélio Oiticica disse uma vez ‘nós brasileiros somos negros, brancos e índios ao mesmo tempo’, o que traduz isto que a gente vê no Brasil. Não que nunca haja nenhum problema entre os diferentes grupos, mas aqui na Holanda as relações são mais ásperas. Acho que nós, holandeses, poderíamos aprender com o Brasil neste ponto.” Veja mais informações no site da exposição Brazil Contemporary.


A Arte de Guardar Livros

30/07/2009

A designer alemã Isabelle Vaverka desenvolveu em um projeto de pesquisa, em junho de 2009, uma estante especial e pessoal. Isabelle não nega as mil possibilidades de se fazer download de literatura em forma digital nos dias de hoje. Mas diz ainda preferir o livro, antes de tudo como um objeto. Seu objetivo, neste projeto, é visualizar sua memória que está inteiramente conectada a esses “livros objetos”. A designer pesquisou a identidade dos livros sem levar em consideração seus conteúdos, mas focalizando principalmente na história deles em sua vida e em sua relação com o objeto em si. Todas essas memórias estão organizadas e guardadas em uma estante adaptada à sua coleção pessoal de literatura. Me identifiquei imediatamente com o projeto pois sempre esteve presente em minha mente a estante da minha infância, não dos livros infantis que li, mas a estante dos meus pais e irmãos, com seus livros de adultos dos quais me recordo apenas das lombadas e dos mistérios que eles representavam para mim.

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Reciclagem com Design

23/07/2009

Depois das releituras a reciclagem. O estúdio Laurens van Wieringen está trabalhando atualmente em um conjunto de protótipos para pratos, tigelas e talheres, que são feitos a partir de plástico rejeitado de indústrias, brinquedos e sucata. Os protótipos são produzidos através da mistura de materiais reciclados de polipropileno de várias cores em um molde utilizando um forno aquecido por via eletrônica. A mistura produz diferentes combinações de cores dos produtos. Os padrões são um resultado do processo de aquecimento e de como o plástico derrete, deixando uma impressão diferente de cada vez.

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