Twitter Art Exhibit

25/01/2012

Are you an artist on twitter?

Please consider this: http://davidsandumart.posterous.com/call-for-artists-2nd-twitter-art-exhibit-in-m

The first exhibit, October 21, 2010


Um Feliz e Abençoado Natal a todos!

24/12/2011

Releitura de Van Gogh feita por João Vitor Magalhães Paulino Pereira   Design Gráfico|UEMG|2003


Meu Anjo da Guarda

18/10/2011

Tomei emprestado um céu de Magritte para o meu anjo da guarda. Esse anjo me acompanha desde a infância. Não sei se foi um presente para mim ou para minha irmã, mas me lembro dele pendurado em meu berço. Cresci e ele passou a participar das minhas brincadeiras de criança e depois foi guardado por anos e anos, dentro de uma caixa na companhia de outros objetos estimados. Mudei de cidade e o anjo também. Fui para outra cidade e o anjo também. Imitando a vida, uma asa quebrou. Voltei para minha cidade e ele comigo. “Todas as coisas visíveis deste mundo estão sob a guarda de um anjo”, escreveu Santo Agostinho. E, assim é comigo: um anjo da guarda, uma asa quebrada e eu.


Projeto Minas Raízes

15/09/2011

Documentário sobre o Projeto Minas Raízes da Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais, uma  integração entre a universidade e a sociedade.


Bernini em Ubá

31/05/2011

Na semana passada em Ubá, na aula sobre o Barroco, vimos uma obra de Bernini, encomenda da família Borghese, um grupo escultural em mármore, tamanho natural: ‘O Rapto de Prosérpina’, terminada em 1622. Bernini retrata o momento em que Plutão, o deus do Reino dos Mortos, rapta Prosérpina (também conhecida como Perséfone), filha de Deméter, para ser sua mulher, e leva-a para o Hades (mundo subterrâneo). As mãos de Plutão enterram-se na pele macia de Prosérpina. Ela, confusa e desesperada, luta para se livrar do abraço. Atrás das figuras, uma testemunha desse momento de paixão e terror, Cérbero, o cão de três cabeças que guarda a entrada do Hades.

Após a aula, de volta ao hotel, me deparo com Cérbero a guardar a entrada do Ubaense Plaza, não que lá seja o Hades, ao contrário, é um hotel muito agradável. Mas, em uma mesinha no hall de recepção um abajur ilumina os primeiros degraus da escada, e, quando passo por ele, volto meu olhar, quem sustenta a luz são as mãos de Prosérpina! Me diverti com isso, lá estava Bernini no coração de Ubá. E, fiquei a me perguntar: será que os hóspedes que passam por ali, os funcionários que cuidam do lugar, e, até mesmo quem escolheu aquela peça para estar ali, imaginam a história por trás dela?


Gian Lorenzo Bernini, O Rapto de Prosérpina, 1621-22, Galleria Borghese, Roma


Ubaense Plaza, hall de recepção, maio de 2011.


Espaço para a arte em Ubá

21/05/2011

Esta é a sede da Sociedade Musical e Cultura 22 de Maio de Ubá, Minas Gerais. Em novembro de 2010 a conheci em obras, com a promessa de estar pronta em dezembro de 2010. Voltei a Ubá neste fim de semana e, curiosa, fui ver como estava. Encontrei a sede quase pronta. Amanhã será a inauguração, me diz o simpático Célio Rocha, um ubaense que se entusiasmou com minhas fotografias de sua cidade. Dentro da edificação os últimos retoques para a festa de amanhã. ‘Seu’ Idalino e Luis, orgulhosos, me apresentaram a sede e posaram ao lado do móvel por eles restaurado. Amanhã, também será inaugurada uma estátua do ex-vice Presidente da República José Alencar, benemérito da Sociedade Musical. A estátua foi feita em bronze e em tamanho natural pelo artista plástico Wellington Fernandes. Em minha próxima ida a Ubá teremos a fotografia da sede com a presença de nosso ex-vice presidente imortalizado pela arte.

Novembro de 2010

Maio de 2011

idalino-e-luis

‘Seu’ Idalino e Luis

Ladrilho hidráulico


Arte Contemporânea na Pré-História

07/02/2011

Revendo, renovando e preparando as aulas sobre História da Arte que recomeçam hoje, me lembrei de uma obra divertida de um irreverente artista inglês. Uma obra de arte rupestre, pré-histórica, um homem das cavernas com um carrinho de compras foi pendurada nas paredes do Museu Britânico, em 2005. A pedra foi colocada ali pelo artista Banksy, que já colocou obras em galerias de Londres e Nova York. A obra passou despercebida por três dias. Banksy também pendurou um aviso dizendo que a arte rupestre mostrava “o homem primitivo se aventurando pelas terras de caça fora de sua propriedade.” E dizia: “Este exemplo de arte pré-histórica, muito bem conservada, data da era pós-catatônica.” O Museu Britânico elogiou a forma como a rocha estava colocada e a explicação anexada à obra, “muito similar” às outras peças expostas.

O artista responsável é conhecido por ter criado um corpo substancial de trabalhos na Inglaterra sob o nome Banksymus Maximus, mas pouco mais se sabe sobre ele. Banksy é conhecido como um artista de rua, que cultua em suas obras, carregadas de conteúdo social, a sátira ao conceito de autoridade e à sociedade moderna.

Ele começou colocando sua própria arte na Tate Britain, em Londres, em outubro de 2003, não foi notado até que a obra caiu no chão e fez o mesmo em quatro galerias de Nova York.

Um porta-voz de Banksy disse que, sorrateiramente, ele colocou o trabalho no Museu Britânico, em uma segunda-feira e este foi encontrado apenas na quarta-feira. Na época, ele promoveu um concurso em seu site, para os fãs publicarem suas fotografias tiradas com a obra, oferecendo um carrinho de compras como prêmio.

Banksy exibe a obra em outras exposições com este aviso ao lado: “A título de empréstimo do Museu Britânico”.

Mais informações sobre o artista no site http://www.banksy.co.uk/


Feliz Ano Novo!

29/12/2010

Que esses sorrisos se espalhem pelo mundo em 2011!



Arte, Natal & Design

09/11/2010

Nas tradicionais arrumações de final de ano encontrei um pequeno tesouro guardado. Trabalhos de alunos de Design Gráfico da UEMG, quando o curso ainda era  conhecido como ‘Programação Visual’, em 2003. São obras de arte de Tarsila do Amaral, Roy Lichtenstein, Vincent Van Gogh, Escher, Miró e a arquitetura de Gaudi, com suas chaminés especiais, um problema para Papai Noel…, revisitadas pelo espírito de Natal.

Thiago de Oliveira Muniz – PV/UEMG/2003
Tarsila do Amaral, “Abaporu”, 1928

Tiago Gamaliel – PV/UEMG/2003
Roy Lichtenstein

Ruy Adorno – PV/UEMG/2003
Roy Lichtenstein

João Vitor Magalhães Paulino Pereira – PV/UEMG/2003
Vincent Van Gogh, “The Starry Night”, 1889

Rafael Roisa de Abreu – PV/UEMG/2003
Antoni Gaudi, Casa Milá “La Pedrera”, Barcelona, Espanha

Juliano Augusto – PV/UEMG/2003
M. C. Escher, “Hand with Reflecting Sphere”, 1935
Irene Christinne – PV/UEMG/2003
Joan Miró, “Ballerina”, 1925

Descobrindo Berlim

01/11/2010

Na Bethlehemskirchplatz, uma praça na Mauerstrasse em Berlim, encontrei uma obra de arte que despertou minha curiosidade. Ao vê-la pela primeira vez, à noite, não tinha idéia do que era, vi apenas uma grande bola com vários objetos unidos por uma corda. Observando-a melhor no dia seguinte, pela manhã, identifiquei alguns objetos: uma escada, cadeiras, bancos, vasos, regador, vassoura. Todos amarrados por uma corda à bola feita de um material que tem a aparência de um tecido rústico. O que seria aquilo? Que artista teria criado aquela obra? Por que estaria ali? Estava ali temporariamente ou estava destinada àquele lugar? Fui à procura de respostas para as minhas perguntas.

O nome da escultura é Houseball, foi criada pelos artistas Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen e foi instalada, em 1996, no mesmo lugar onde em 1735 construíram uma igreja, Bethlehemskirche, destruída na Segunda Guerra Mundial. A igreja foi construída por imigrantes da Boehmia, uma região histórica da Europa Central que hoje é parte da República Tcheca. Houseball é um símbolo dos poucos pertences domésticos trazidos por esses imigrantes que deixaram sua terra natal católica, foram viver no exílio por serem protestantes e estabeleceram-se nesta área no século XVIII.

A planta original da igreja, com um diâmetro de cerca de quinze metros, está marcada com tijolos no pavimento da praça, ao lado da escultura.  A praça recebeu este nome, Bethlehemkirchplatz, em 1999, em homenagem à igreja.

Houseball, Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen, 1996. Aço inoxidável, plástico reforçado com fibra de juta, espuma de poliuretano e policloreto de vinila (PVC), pintada com gelcoat, 8,40 m x 7,40 m.


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