Seminário Internacional de História da Arte ou ‘um lugar onde o significado da vida se amplia’

Seminário Internacional de História da Arte | UFMG | UEMG | Memorial Minas Vale

Seminário Internacional de História da Arte | UFMG | UEMG | Memorial Minas Vale

“A amizade surge do mero companheirismo quando dois ou mais dos companheiros descobrem que têm em comum alguma percepção ou interesse ou mesmo gostos que os demais não partilham e que, até aquele momento, cada um acreditava ser o seu tesouro ou fardo especial. A expressão típica para começar uma amizade poderia ser algo assim: ‘O quê?! Você também?! Eu pensava ser o único’.”(C. S. Lewis, Os Quatro Amores).

“Você também?!”… Foi o que mais pensei, e em alguns momentos falei, nos últimos três dias em que estive compartilhando ideias, pesquisas e conhecimento no Seminário Internacional de História da Arte onde, nas conversas no café, era mais rápido e mais fácil, identificar as pessoas como: a menina do presépio; a menina das pinturas ilusionistas; a menina dos tabernáculos; o cara da ciência e magia; a menina das torres de Rio Grande; o  cara dos tratados de arquitetura, e assim por diante.🙂

O evento foi coordenado pelo Prof. Dr. Magno Mello (UFMG) e organizado pela equipe da Clio Gestão Cultural e Editora. Foram apresentadas 33 comunicações por professores e pesquisadores de distintos campos do conhecimento, como história, artes visuais, arquitetura e música.

No encerramento do seminário, a Orquestra Minas Barroca, da Universidade do Estado de Minas Gerais, interpretou músicas do século XVIII, além de me proporcionar uma grata surpresa, a alegria de reencontrar ex-alunos, que se tornaram amigos muito queridos.

Total renovação de energia em dias repletos de experiências de “Você também?!”. Porque no fundo, no fundo, encontrar um amigo, descobrir a grandeza do outro e compartilhar é alcançar o que todos desejamos: um lugar onde o significado da vida se amplia.

Regiane Caire Silva | UFMA | A gravura nos livros de botânica: do preto e branco ao colorido

Regiane Caire Silva | UFMA | ‘A gravura nos livros de botânica: do preto e branco ao colorido’

Orquestra Minas Barroca - Rafael Marcenes, Cesar Augusto, Antonio Marcos Baptista, Wolney Garcia, Geovane Paiva, Antonio Magalhães, Aluisio Delane, Guilherme Matozinhos da Silva e Domingos Sávio Lins Brandão.

Orquestra Minas Barroca – Rafael Marcenes, Cesar Augusto, Antonio Marcos Baptista, Wolney Garcia, Geovane Paiva, Antonio Magalhães, Aluisio Delane, Guilherme Matozinhos da Silva, Rodrigo Firpi, João Ribeiro, Laila Farinha, Weverton Santos, Mariana Redd, André Felipe e Domingos Sávio Lins Brandão.

Sobre Vânia Myrrha

Vânia Myrrha é arquiteta, professora de História da Arte, da Arquitetura e do Design. Doutoranda em Design na Universidade do Estado de Minas Gerais. Mestre em Arquitetura e Urbanismo - UFMG. Especialista em História da Arte pela PUC Minas. Especialista em Arte Contemporânea pelo IEC - Instituto de Educação Continuada - PUC Minas.
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